domingo, 3 de janeiro de 2010

Caí na real

Esse é sobre meu último post.
Senta que lá vem história .. mentira, é que vou amarrar num outro post, que a charlie me lembrou que eu não tinha contado nem pra ela, mas é que eu acho que não me sentia bem pra falar nesse assunto, enfim, jajá eu explico.

(esse monte de virgula inapropriada que eu uso, também me incomoda.)
Fim do ano, virada do ano pra ser mais específica. Viajei pro mesmo lugar, e até então tinham me contado que o dito cujo estaria lá, pensei que ia ser legal, pelo menos poder conhecê - lo. Quando cheguei foi que descobri que ele tinha ido embora, passar o ano novo com o pai, e isso aconteceu pela primeira vez em muitos anos ( de ele não passar no hotel com as primas). Não vou mentir que fiquei um tantinho decepcionada, tá certo, um tantão decepcionada. Poxa, outra vez eu não ia ter a oportunidade? E foi assim, aos que tem curiosidade, eu digo que foi bem normal a virada do ano, poderia ter sido melhor, com a tal companhia, mas não foi. Na noite da virada em si, eu fiquei bem na minha, e eu não costumo ser assim, todo mundo me perguntava e eu dizia que era cansaço, na verdade nem eu sabia o porquê de eu não ter vontade de querer brincar e fazer gracinhas.
- Caí na real.
Eu fiquei mal por uma pessoa que eu nem conhecia? não é bem assim, eu percebi que não estava mal, eu estava na verdade era frustrada - muito frustrada diga se de passagem.
Eu criei expectativas em cima desse cara que eu não conhecia, achando que ele poderia me tirar de um lugar que eu não consigo sair sozinha. Esse lugar? São só as lembranças que me restam do garoto que eu acho que mais gostei até hoje.
Tô bem mais conformada do que no dia 31, afinal, pode ser que em qualquer outra ocasião eu conheça o tal cara melhor, e numa fase mais legal. As coisas não acontecem por acaso, certo?
Tanto faz, tô em constante mudança de opinião.


(não tenho certeza se fui exatamente clara nesse post, mas espero que sim)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Paixão 'a primeira vista'

Como eu disse, lá vai a segunda parte..

Faz um tempo que eu fiz a burrada (ou não) de comentar uma besteirinha de : nooossa que gato, quem é?
Vamos começar do começo, eu tenho primas que moram no interior, e claro que ela tem amigas por lá, e além de tudo se comunicam por orkut (dãã), um dia minha prima tava aqui olhando uma foto de uma das tais amigas, e eu vi um menino muito gatinho. E comentei
- nossa ... que bonito, quem é?
- é primo das meninas
- sério? quantos anos? apresenta pra mim.

mas minhas primas não me levam tão a sério. tá legal, passou.
Quando foi um dia, eu vi que levaram muito a sério, e comentaram com as meninas, que também levaram a sério, e dai meio que 'se empenharam' e acham que eu tava caidinha por ele. mas gente? eu só tinha visto por foto.
Bom, mas não tinha nada demais né, se elas fizessem uma boa propaganda de mim, que mal tinha? afinal, ele era bem ajeitadinho nas fotos que mal davam pra ver.
Passou o tempo, e uns comentarios corriqueiros sobre o tal menino, mas nada demais. Fui pra cidade das minhas primas, e fui convidada pra ir no aniversario das amigas delas, e quem estava lá, é claro que ele.
A primeira vez que eu o encontrei ele tava de costas, e quando fomos apresentados, gente, ele era realmente bem gato, sério, ele é aquele tipo de gente que só de estar perto, você tem vontade de esconder a cara no primeiro buraco que achar. Eu me senti assim, e implorei pra que as primas deles nunca tivessem nem citado o meu nome. Nem a melhor propaganda me deixaria bonita ou desejável naquela hora.
Pois bem, na festa , teve horas que não deu pra segurar e não desgrudei os olhos dele, mas quando chegou a hora do baile, ele evaporou, é claro que meus olhos ligeiros sabiam pra onde ele tinha ido, e era pra um tanto longe do alvoroço, mas também, ele não conhecia praticamente ninguém daquela festança, não que eu conhecesse, mas algumas pessoas socializaram comigo, sabe como é as pessoas do interior tem mais facilidade com isso. Ah, ele não é do interior também, ele é daqui. Enfim, ele não desceu pra dançar, a gente não trocou mais do que um 'oi e tchau'
No fim das contas, eu percebi que fiquei realmente caidinha pelo tal, pensei nele a noite e o dia seguinte inteiro, pensando que eu podia ter chegado nele, não pra ficar com ele, mas pra fazer amizade, já era um grande começo, só que a burra aqui, não teve coragem, tinha muita gente observando meus passos, sem contar, que eu tava em vantagem, eu não tinha concorrência, pelo menos não parecia. As pessoas eram bonitas, acontece que muito novas. E no dia seguinte eu o encontrei na igreja, mas é claro que eu tava só o pó, ainda bem que ele não me viu, eu acho que não. Pelo menos as primas dele tão do meu lado agora.
Sabe o que é pior. Foram falar pra ele que tinha uma menina afim dele na festa mas não citaram nomes, e na boa, eu acho que a unica que olhou sem disfarçar pro moço, fui eu, ele não é nenhum tapado pra não perceber (mas eu torço pra que seja) agora eu morro de vergonha. Mesmo que ele não saiba que sou eu ainda sim tenho vergonha, e acho que em breve o verei de novo, e dessa vez não tenho planos, não sei o que falar, não sei nada, eu vou pirar. Sem contar o fato de eu me sentir um lixo humano perto dele, e que ele tem amigas lindas de morrer, mas isso é só uma pitada de insegurança e baixa estima.
Tô apaixonadinha, desesperada, insegura, e sim, me envergonho disso, tô com vergonha até de postar isso aqui, o que eu faço agora?

Planejamentos que não são

Bom, faz tempo né? pra compensar, hoje vou dividir em dois post, duas histórias diferentes.
Na maior parte do tempo eu me pergunto porque eu faço certas coisas, eu planejo tudo, nos mínimos detalhes, todas as atitudes, mas sempre tem uma hora, que sai do meu controle, e eu acabo agindo por impulso e sai fora do planejado, talvez esse seja me maior problema, querer imaginar o que os outros vão fazer ou não. enfim. dessa vez, agi por impulso.
Essa não é a historia mais fascinante, mas como são aventuras, então contarei e já deixo claro, que durou UM dia, nada mais.
Basicamente, foi assim .. tinha um menino que ficava insistindo em querer sair, ir no cinema, essas coisas. Não tinha nada contra ele, ele era amigo de um amigo meu, parecia ser gente boa, e tal. OK. um dia me deu a loca, e eu tava indo pro shopping e resolvi chamar o tal menino, de ultima hora sabe, é claro que ele ia falar que eu avisei de ultima hora, e que ele ou ainda tava no trabalho ou que já tava indo pra faculdade, pois eu me enganei. O sujeito arranjou tempo e fomos. Ele não era lindo, nem bonito, talvez um bonitinho, mas não o tipo que eu gostaria de andar de mão dada. Ele tinha um defeito, não que eu me importe MUITO, mas ele tinha a lingua presa, e não, não era com 's' era do tipo 'oi, tutu pem? c ta toente?'. geová, tive que me segurar muito pra não dar algumas risadinhas.
Assistimos a um filme, ele era beeeem lento, e se ele tentasse se espreguiçar pra colocar a mão no meu ombro, eu ia sair de lá no mesmo segundo. tá não é pra tanto. Bom, voltando ao assunto, a gente ficou. Eu nunca fui adepta a isso, sair sem conhecer, ficar por ficar, sei lá. Não tenho nada contra mas vai ver tudo isso ainda faz parte do meu tal planejamento. Mas eu não me importei, nem encanei com isso, passou, e eu achei que fosse me sentir mal, mas nada aconteceu. Por falar em nada, foi exatamente isso que eu senti quando fiquei com ele. Confesso, acho que ele não tem culpa. Eu ainda gostava de outro (odeio admitir isso) mas o que eu podia fazer? eu só queria saber como era ter 'uma certa intimidade' com uma pessoa que a gente nem gosta. Certa intimidade naquelas, porque foram só uns beijinhos e nada mais.
O melhor de tudo, foi que eu não me apeguei, e acho que ele também não, depois daquele dia ele só me procurou uma vez,
e ele só pediu pra avisar quando desse pra gente sair de novo.
Eu não imaginei que eu faria coisas assim, sem pensar, sem nada, parece que eu to crescendo. 'crescendo e amadurecendo' igual a charlie.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Rapidinho!

Uma histórinha bem rápida que acabei de lembrar!

Estava eu voltando pra SP no ônibus, sentada no banco do corredor. No banco oposto tinha um menino bem bonitinho. Mas eu nem seduzi nem nada, estava escrotissíma como sempre! Whatever, como eu enjoo fácil em ônibus, saquei meu nintendo DS e comecei a jogar Mario. Lá pelas tantas o menino passa pelo corredor e fica atrás de mim, olhando. Tirei o fone de ouvido e olhei pra ele. Daí começou o diálogo:

Menino - Caramba você joga DS! O que você tá jogando?!
Eu - Ma ma ma mario.
Menino - Você joga pokémon?
Eu - Não! (mentira)
Menino - Ahnn, é bem legal. Nossa, se eu venho jogando, fico a viagem inteira! (risos)
Eu - (sorriso amarelo)
Menino - ...
Eu - ...

Por que essas coisas só acontecem comigo? E o menino já era velhão! Já é a segunda vez. A primeira eu conto quando der vontade.

Feedback

Acabaram minhas aulas, agora só falta o estágio!
Vim rapinho dar um parecer sobre esse post aqui. Uma das histórias já se resolveu faz tempo, outra só teve seu fim agora...
Então vamos para a primeira história:
Ele ligou? Ahnnnn NÃO!
Foi mais ou menos assim: eu, com fogo no rabo, decidi ligar e perguntar se ele tinha me ligado no fim de semana, pq tinha ficado fora os dois dias inteiros (mentira!). A mãe dele atendeu, e eu como boa mentirosa que sou expliquei minha história fajuta. Ela, toda solicita, perguntou se era meu aniversário, pq o idiota pensou que era, por isso estava me procurando. Detalhe que eu faço aniversário em dezembro, ele me liga em setembro! Isso pq namoramos por 2 anos hein?! Depois de me recuperar desse bafón, desencanei. Desencanei meeeesmo. Acho que é a terceira vez que eu digo isso! Até agora pelo menos, nenhuma recaída!

Quanto ao segundo caso:
Tomei vergonha na cara e o chamei pra vir em casa. Conversamos coisas aleatórias durantes umas 3 horas. Na verdade eu queria dar uns beijinhos e tchau, mas conforme o tempo foi passando... bem, chegou uma hora que o assunto acabou né? Cheia de coragem eu pedi desculpas, disse que eu era idiota por tratar as pessoas desse jeito, foram desculpas sinceras! Ele, muito bonzinho, tentou entender, mas foi foda. Ele até pegou na minha mão e talz, mas eu broxei. Eu poderia ter ficado com ele? Claro. Mas ia ser muito filha-da-putagem. Coloquei a mão na consciência e decidi deixar o menino em paz. Eu já tinha largado, procurei, depois larguei de novo... se eu fosse ele, me dava um tapa na cara!

Bem, ultimamente não ando pensando muito em amor, na verdade não ando pensando NADA. Fim de ano é assim mesmo, ano que vem mesma vida e novos amores...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Amor Bandido.

Então que eu estou trabalhando com uma galera da liberdade assistida. Na verdade eu não trabalho com isso, mas não posso contar a verdade, tenho que manter minha identidade secreta!
Um jovem com seu parente foi nos procurar (minha supervisora e eu) pra saber como andava o processo dele, já que ele estava em fase de recuperação e o juiz iria avaliá-lo em umas semanas.
Até aí tudo bem, peguei a ficha e dei uma olhada, entrei na sala e ... que parente bonito. Ele tinha o rosto muito bem desenhado, de expressão forte, com os dentes perfeitamente alinhados! E um sorriso...ah! Que sorriso! E era bem novo, só 19 anos. Novo e com uma ficha beeem grande (tanto o jovem como o parente tem um histórico, digamos, violento). Com um jeito bem simples, mas com um olhar muito sedutor. Eu fiquei envergonhada só de estar na mesma sala que ele. E o danadinho ainda me deu umas paqueradas! Mas na hora do adeus foi a melhor parte: ele pegou minha mão com força e olhou bem nos meus olhos, com um sorriso no canto da boca. Morri né? Morreria mil vezes por aquele sorriso, e mais mil por aquele olhar! Mas é malandro... e eu tenho queda por malandros. Provavelmente ele faz isso com TODAS, mas , naquele atendimento em especial, EU me senti desejada. Me senti bonita. Senti TUDO o que há tempos não sentia, com nenhum cara (pensando bem, o último foi o cara do busão). E é bom colocar o ego lá em cima as vezes. Se todos meus atendimentos fossem assim, ai ai viu...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Da da da da-da da

"I forgot to say out loud how beautiful you really are to me
I can't be without you, you're my perfect little punching bag
And I need you, I'm sorry."


Pessoas não são posses.
Pessoas são pessoas.
Então as trate como tal.
Descobre-se, finalmente, que o outro lado da moeda pode ser dez vezes pior.
Quem está no topo agora?


domingo, 6 de setembro de 2009

Nada a declarar por hoje. Só pra não deixar morrer aqui.

sábado, 5 de setembro de 2009

So pick me. Choose me. Love me.

"Did you say it? 'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.' Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around; Drink it in 'cause this is it. It might all be gone tomorrow."

Lembra desse post aqui?
Pois é. Quem voltou das cinzas? Pasmem.
Éééééé coleguinhas. Só que foi pelo msn, pedindo meu telefone e falando que ligaria no final de semana. Bom, hoje é sábado e nenhuma ligação. E eu, tonta, idiota e burra mudo meu final de semana por causa de um telefone. Mas veja bem, essa é uma promessa que faço: se ele ligar, ótimo; se não ligar, eu ligo. Ligo e falo "É o seguinte otário para de me fazer surtar e NUNCA MAIS NA SUA VIDA ME PROCURE!"
As vezes eu me surpreendo com o tamanho da minha burrice e da minha capacidade de me enganar.E ainda tô criando expectativas. Mas é a última vez. Segunda-feira é o último dia dessa palhaçada toda.

Quanto a esse outro post aqui, todos da faculdade estão me pressionando pra terminar (terminar o que? Nem começamos nada!) com ele, pq o dito cujo não para de encher o saco das minhas amigas perguntando se eu to afim ou não, se rola um sentimento... tô empurrando com a barriga. Se um cara não tá afim de mim, eu simplesmente paro de ficar procurando (na história acima eu NÃO O PROCUREI, hum). Ele bem que poderia se tocar né?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ah, um adendo : NUNCA implore amor. nunca.
Lembrei a senha daqui e vim postar uma coisa que eu tô pra escrever tem um tempinho. (Alias, agora tenho algumas boas historias, não boas boas, mas legais.)
Sabe, a gente aprende muita coisa em tão pouco tempo, e tem coisas que se tornam insignificantes, mais rapido do que a gente imagina. Pelo menos pra mim.
Deixando velhas histórias de lado, e ao mesmo tempo voltando a elas, eu posso confessar, que tô de novo com uma paixonite aguda pelo cara do meu primeiro post.
Essas novas ondas de internet - twitter,facebook - acabaram que por 'nos deixando mais próximo' mas como ficar próximo de alguém inaproximável (existe?)? Não tenho idéia. Mas ao que parece, caminhamos bem desde então.
É claro, que eu vejo coisa onde não tem, e o meu instinto de cleópatra me diz que qualquer um se apaixona por mim. O que eu imagino? que eu to conseguindo aos poucos dar alguns passos.
Pode não ser verdade, mas vamo curtir o momento né gente?
Ele não precisa fazer muito pra eu ter essa quedona por ele, e nem é tanto pelo fato de ele ser extremamente gato.
É que vira aquela coisa de 'ele é tudo o que você quer e tudo o que não pode ter'
Tá, eu sei que eu disse que ele é babaca (não retiro o que disse da outra vez). Sei que eu fiquei puta, mas lendo o que eu acabei de escrever, aquela coisa se tornou insignificante.
Era dificil não falar o pouco que fosse com ele, é como se ele fosse um carma, não sei.
Pra falar que ele era isso, óbvio que fui procurar saber direito o que significava isso . 'carma' eu achava (acho as vezes) que era alguma coisa como 'destino'.
Li qualquer coisinha que me interessou:
' "
tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". O carma, então, não é um aleatório jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomamos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.'
Dai eu tirei a simples conclusão de que, a partir do momento que eu resolvi adiciona-lo os dados começaram a rolar. Eu só queria saber como vai terminar esse jogo. Se eu conseguir vencer, você blog, será o primeiro a saber.
Termino por aqui a transmissão de hoje, vou lá ver o quanto eu consigo progredir.


(nem vou reler pra ver como ficou, ok? ok.)

sábado, 11 de julho de 2009

Essas coisas de internet

Aproveitando essa minhas disposição vou fazer outro post.
Tem um garoto, que por incrivel que pareça tem 22 anos, mas juro que tem hora que parece que tem 15. Ele só me conhece da internet da vida, e as vezes que ele veio pra cá, não deu pra eu vê-lo, ou eu não quis, ou entenda como quiser. O fato é, que o amigo dele mudou pra mesma cidade que a minha, e pra 'perto' de mim, visto que distancia é relativa. E pulando algumas partes .. ele me chamou pra sair, nada demais, nunca teve nada, mas essa historia eu conto depois. ou não conto, porque eu falo que vou contar e nem conto. Enfim. E eu fui, e sai com ele umas três vezes, depois da primeira vez , o garoto lá deu o primeiro piti, só que, ai que vem a parte mais ridicula, ele ficou cheio de ciumes e não admite, ficou falando muitas besteirinhas do tipo 'vocês tão se pegando,se comendo' bla bla bla. Depois da terceira vez ele meio que quis abrir o jogo comigo, falando que eu complico as coisas e jogou um verde falando : vou perguntar pro fulano, já que você prefere ele a mim.PQP. qnto anos eu disse que ele tinha mesmo? E não para por ai, ainda veio falar que ele veio pra cá umas vezes e eu nao fiz nem esforço pra me encontrar com ele, já o fulano mal se mudou e eu fui correndo pra me ver. Depois foi dar uma de durao falando que não tinha nada a ver com a minha vida.
Essas pessoas que não assumem ciumes deviam tomar um tiro no cú.
Tá, essa historia é bem longinqua por ser de internet, mas poxa, eu respeito o sentimento dos outros, mas eu não tenho nada com ninguém, e essas pessoas que ficam tentando adivinhar meus sentimentos, e fazendo suposiçoes e etc e tal.. pelamor. Se é assim enquanto não me conhece .. imagina depois. É o fim.
Tô com preguiça de ler e ver como ficou, isso foi uma coisa que me veio na cabeça então vai ficar desse jeito mesmo.

Uma dose de revolta

(não lembrava o email e a senha daqui .. )

Tá, faz milianos que eu não passo por aqui, mas tenho algumas coisas novas pra contar.
Vou começar pela que mais me incomoda, ou sei lá como me deixa.
Como pode né? um cara ser cuzão, burro, filho de uma puta bem grande.
A principio eu estava com raiva, raiva dele e depois de mim.
Mas quando eu paro pra recapitular os fatos,eu tenho só raiva de mim. Depois de ler um dos posts da charlie do 'mulher-burra-apaixonadinha' porra, eu sou, ou fui sei lá, muito isso.
Eu não sei machucar uma pessoa, pelo menos, não com intenção.
É impressionante como ele tinha o poder de manipular meus sentimentos. Pra ser sincera nem eu sei como me sinto mais em relação a isso, o fato é : caraaaalho porque eu não gosto de caras mais fáceis, acessiveis, ou qualquer coisa do tipo? Se eu vejo que tem alguém fácil no alvo, me sentindo muito, eu só saio fora,pela culatra.Não me interessam tanto assim.
Não que chova tanto na minha horta, nem eu sei porque eu faço isso. Mas essas pessoas 'fáceis' .. é com essas pessoas que eu consigo deixar as coisas em pratos limpos, falar mesmo que magoe, e quando der no saco, mandar ir a merda.
Agora com outros otários, eu só consigo ser burra. Me deixa boquiaberta a minha capacidade de ser assim.
Lembrando do celular, que antes tocava, chegava varias mensagens em um dia, hoje, chega várias mensagens da vivo me mandando por crédito.
Mas quer saber, eu to bem cheia desse povo complicado, e do povo fácil também. Queria mesmo era deixar um pouco de revolta aqui e atualizar também.
Vou aproveitar minhas férias que eu ganho muito mais. Quem sabe numa dessas esquinas do centro da cidade, eu não esbarro com a minha alma gemea. Só espero que não seja um mindingo, pedinte ou ladrão. SEM PRECONCEITOS TA.

(Esse blog .. o charlie e eu, me lembram muito o filme 'ele não está tão afim de você' quando puder, veja, eu gostei. E de todas, eu devo ser a Drew Barrymore. HAHAHA;)

Tô fudida

No post anterior cheguei a dizer que tinha novidades, quase num tom de alegria. Chegou sábado e a alegria da minha novidade se foi. É o começo do pesadelo.
Há algum tempo atrás percebi que um menino ficava me olhando direto. E eu misintindo. Eis que ele me convida pra uma festa junina. E eu misintindo. Tá mais que claro que eu fui na festa e que eu ando misintindo muito, conheci o menino e fiquei com ele, inclusive o levei pra casa. Tá tudo muito bom, eis que ele descobre meu telefone e me liga, dois dias depois. Susto da minha parte e da minha mania de perseguição. Ele queria me ver, conversar. Então foi lá em casa novamente e conversamos. Essa era minha novidade feliz, mas como felicidade de pobre dura pouco...
Pedi pra ele não me procurar nas férias. Férias são férias pô! Vou ter o resto do ano todo pra vê-lo. Mandei recado no orkut perguntando se ele estava bem, como ele estava se sentindo... o scrapchat rolou de boa. Depois dessa conversa amigável, ele me manda um depoimento falando que não me entendia, que ele estava confuso e coisaetal. OK, vamos recapitular: eu só fiquei com o cara duas vezes. DUAS. Ele poderia ter tornado essa experiência maravilhosa, ter feito eu implorar a sua companhia, mas não. ELE TINHA QUE MANDAR O RECADO. Agora serei obrigada a cortar o mal pela raiz. Eu só tenho a agradecer a minha mania de perseguição. Só ela pra manter os babacas afastados.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Tirando o pó!

Decidi postar um texto antigo meu, que escrevi quando o ódio imperava nesse frágil coraçãozin <3

Não deveria ter dado meu número de telefone. Deveria ter ficado na minha. Assim não teria criado expectativas, pensado em frases e dado tanta importância pra um celular. E nessa paranóia acordei no meio da noite procurando um recarregador. Pra minha sorte ( ou não ) achei dois. Recarreguei os dois celulares. Eu, que não dava importância pra celular antes, agora fico esperando uma ligação. Eu cansei. Cansei de pensar nisso pelo menos uma vez ao dia, cansei de ficar recarregando aquela merda, cansei de esperar. Por que, pra começo de conversa, você pediu o telefone. Você queria marcar de sair. Eu não sugeri nada, absolutamente nada. Então o meu problema é ser trouxa a ponto de esperar você cumprir o que falou, de toda vez que você me chamar eu ir. Por que pessoas me cansam, mas você não. Você sabe todos meus segredos, e apesar de tudo, eu confio em você. Eu posso não te amar, mas eu aprenderia. Eu odeio mulher-burra-apaixonadinha, e você consegue fazer com que eu me torne uma. E se eu tivesse um único pedido, não pediria carinho, amor, fidelidade. Lealdade é a única coisa que eu pediria. Você pode não ter percebido, mas eu sempre fui leal à você. E sempre serei, é minha merda de destino. Agora o negócio é esquecer disso tudo e ocupar minha cabeça. Sério, obrigada por não ter ligado.

(Tenho novidades :3.... mas deixa pro próximo post!)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Meu último post foi bem...emotivo. E é dessa emoção que eu quero falar. Pois bem, contei esse caso para uma amiga minha, aquela que viu 'O amor do Busão'. Contei igual ao que escrevi aqui. Ela me olhou meio incrédula, pelo caso claro, mas também por ter aberto realmente meu coração naquela hora. Ela me disse que toda vez que tocamos em assuntos amorosos eu sou durona, sem muitas palavras, sem me importar. Mas naqueles 10 minutos de conversa eu me abri. Baixei a guarda e nem percebi o quanto o tom da minha voz e minhas palavras foram doces, típicas de heroína romântica num dos livros de José de Alencar. Nem parecia a Charlie que eu conheço!
É uma faceta minha que não gosto de demonstrar, mas às vezes ela vem à tona. E aparece sem que eu perceba. Só consigo enxergá-la quando alguém me avisa ou quando paro pra refletir. Pois bem, acho que essa foi a primeira história que eu realmente me abri, e não pretendo fazê-lo novamente. Não que as outras postagens não foram reais, elas apenas contaram uma versão mais light da história. Sem palavras bonitas,sendo apenas uma narração de fatos cotidianos. E as postagens a seguir continuarão nessa linha, a não ser que eu caia em tentação de novo. E como vou saber? Ahn, o leitor avisa!

domingo, 31 de maio de 2009

Eu nasci pra ser cleópatra

Eu não sei o que eu tinha aquele dia,no último post, ou eu até sei. Enfim, eu sempre caio em contradição em t-u-d-o o que eu faço ou penso ou tanto faz.
Sabe que nesse ano to cheia de histórias pra contar, a única coisa ruim é que tem que explicar desde o começo, ai me da preguiça.
Mas no geral, eu queria contar que, hoje necessariamente, foi um dia particularmente muito bom. A minha ficha anda caindo pra uma série de coisas, e não querendo me gabar e essas coisas, mas eu to me sentindo.
Eu não vou dar nome aos burros, e nem os apelidos que eu uso para me referir a tal, mas caracteristicas são o suficientes. Aliás, vou colocar uma letra pra cada um.
O L , um cara bem bonitão, tipo ator de novela, galã mesmo. E não é daqueles metidos a famosinhos de meia tigela, é humilde, de bom coração, ai chega. Eu sei, que ele é MUITO gato, muito tudo. E hoje, nossa, nunca estive tão perto dele, e a tal mulher dele que me perdoe, mas que homem! E não pensem que eu to falando de um velho casado, não, ele é homem de uma mulher só, e tem 26 anos. E só pra contar como dado, ele é casado há 8 anos haha, faça a conta.
O V , não, ele não é um pretendente nem nada, nem alvo, nem sei lá. Mas te dizer, conversa bem comigo, me dá atenção, 'acata' minhas vontades, e por ai vai. E outra, chega de me meter com gente comprometida, essas pessoas que não podem ser sua, só serve pra te deixar num pedestal, falando curta e grosseiramente.
E por fim, o F , ele é mais novo .. da mesma idade vai .. não tem compromisso com ninguém além de mim, inteligente, educado, de um sorriso que vou te contar, ah, é meu.
Pois é minha gente, to me sentindo a rainha da cocada preta.
Entendeu alguma coisa? não? não tem problema.
Mas esses dias eu cheguei a uma conclusão: EU NASCI PRA SER CLEÓPATRA.
e pouco me importa se eu realmente eu nasci pra isso ou não. Achei essa frase bem boa, claro, de minha autoria.
E digo uma coisa, ter mimos, pessoas aos seus pés, que te fazem sentir a dona do mundo, não é pra qualquer um. Não é pra qualquer um que seja bobo né colega, porque não é dificil ser assim, nada como um pouco de carisma um pouquinho de técnicas.
Não pensem que eu tenho 3 homens aos meus pés, porque não, eu não tenho. Só que mesmo assim não vou descer do meu posto de rainha, não importa se é rainha da favela, ou da corte, mas eu sou.
E se você leu as histórias, as outras, que eu me referia à uma determinada pessoa, eu conto que pra existir sentimento, ou qualquer coisa que cresça, é preciso que seja recíproco, e não adianta você querer senitr, ou levar tudo sozinho, precisa que tudo seja recíproco, e quando você ve que não é, que a coisa tá feia, sai dessa. E eu agradeço bastante ao tempo e a distância que tão me ajudando bastante nessas semanas ai.
E pronto, cansei de contar essas coisas, e de me sentir tanto.

( eu nem sei se depois eu vou lembrar cada letrar, quem é quem, mas tá bom!)

sábado, 30 de maio de 2009

Você

Hoje eu vim contar uma história recente! ( ALELUIA!!!)
Na época do meu primeiro namorado, tinha um menino que tocava bateria na banda do meu tio. Nós já tinhamos estudado juntos e foi muita coincidencia termos nos encontrado. Bom, depois de muitos encontros nos ensaios da banda, eles se apresentaram numa festinha aqui em casa. Todas minhas amigas naquela época babaram por ele, mas babaram MESMO. Uma colega minha queria pq queria ficar com ele, então ela pediu pra fazer aquele esquema básico. Confesso que fiquei enciumada, mas fui lá. Cheguei nele e falei:
Charlie - "Ahn, minha amiga quer ficar com você."
Baterista - " Que amiga?"
Charlie - " Aquela de rosa."
Baterista - " Ahn, aquela... mas eu queria ficar com outra menina de rosa."
Na hora fiquei super confusa, mas tinha tanta menina de rosa naquela festa que nem me toquei que EU ESTAVA DE ROSA. E ele me olhando bem no fundo dos olhos e, por deus, odeio quando fazem isso. Na hora que eu percebi já tinha se passado uma meia hora, e mesmo assim o convenci a ficar com a minha amiga. Ele foi lá e a beijou. Um beijo só. E depois veio falar comigo, e eu é claro, fiquei com ele.
Bom, nessa época eu estava separada do namorado, então decidi dar uma chance para aquele relacionamento. Saimos algumas vezes mas um dia eu simplesmente decidi voltar pro namorado, 'terminei ' com o baterista. Muito tempo se passou, ele começou a namorar e eu.... eu não né?
Eis que essa semana meu irmão atende o telefone e recebe a notícia de que o baterista tinha batido a cabeça e ficado temporariamente (assim espero!)paraplégico. Ele me falou pq sábado teria uma festa e provavelmente ele viria, e seria um choque encontrá-lo naquele estado. Eu ia embora pra minha terra, mas quando soube disso decidi ficar mais uma semana. ( Também pq estava doente, mas dava pra sobreviver ). Então o sábado chegou, e ele não veio. E ninguém conseguiu falar com ele. Talvez pq ele mesmo não queira ver ninguém, não sei. Mas fiquei bem chateada, pq eu queria estar muito perto dele nesse momento e em qualquer outro. Mas quem sou eu pra mandar um e-mail ou ligar depois de 6 meses do ocorrido? Não tenho coragem. E espero que ele um dia leia esse post, pq este post foi feito pra ele. Lucas, você foi e sempre será uma pessoa muito especial pra mim. Me desculpe por não estar presente e por covardemente desabafar num blog sem visitações. Eu rezo pra que você se recupere. Eu rezo por você. Eu penso em você.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

[o fim do não começo]

Que fique claro que eu não me arrependo de nada do que eu fiz.
Eu não contei o começo da história e decidi que não vou contar, pelo menos não por enquanto. Agora o fim eu conto, porque que todo mundo gosta de saber o fim das coisas? Não importa, aqui vai ..
O que me deixa abismada é como pode alguém te achar tão troxa. Achar que você é alienada, vive no mundo da lua ou qualquer coisa do tipo.
Eu gosto de sinceridade, por mais que ela nunca seja o que a gente quer ouvir, eu gosto. Gosto quando as pessoas tem coragem de falar : Lola, você tá gorda né? vamo correr?/ Lola, você é muito brega / Lola, tá na hora de cortar o cabelo né?/ Lola, chega, acabou.
Claro que levando em conta as primeiras sugestões, você pode pensar que eu quero que as pessoas deem palpite na minha vida, mas não é isso, só exemplo tá gente.
Mas a ultima, eu queria ouvir, queria mesmo. mas ele não tem coragem de dizer que eu fui só um dia, e acabou. não tem coragem de dar um basta nessa história toda. talvez não seja homem o suficiente, ou não seja perdedor o suficiente.
Eu posso ter sonhado alto, ter criado expectativas demais, ter sido boba demais, só que de babaca, 'eu só tenho a cara e o jeito de andar'. Não dá pra ficar dando murro em ponta de faca. Pode parecer que eu estou muito revoltada, mas se encaixaria melhor, muito decepcionada.
Da mesma maneira que eu posso tá bem errada, e que tudo isso não passa das minhas conclusões precipitadas. De certa forma, isso me deixaria feliz.
Não tem sentido nenhum esse amontoado de palavras jogados nesse espaço, mas, não precisa ter também, essa história, pra ter sentido, ainda precisa andar muito.
Enfim, porcaria.

(bom, pelo menos tenho alguns alvos a vista, e alguns pra massagear o meu ego. e que venham mais aventuras! (: )

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Dá pra entender?

Ah, vou chutar o balde também. Eu não quero deixar esse blog morrer, sendo que eu tenho coisas pra contar, mas é que é muita história, pra pouco tempo pra contar, ou escrever, ou tanto faz.
Mas, como só a charlie le isso tudo, talvez ela entenda alguns posts meus assim, ou não.
Enfim.

Eu queria saber por onde começar, bom, sexta de madrugada, ou qualquer madrugada, quando você tá assim, alone, bate aquela nostalgia toda.
Pra tentar ser mais objetiva, eu to descobrindo algumas coisas,coisas que com certeza muita gente ja passou, inclusive você charlie, que eu sei que isso vai se 'tornar normal' daqui um tempo, mas eu preciso falar, que passar dias, com medo, é tenso.
E olha que eu não digo, medo de ladrão, serial killer, do seu ustrupador, ou medo de aranha,barata, ou rato (interna, risos!)
O mais foda, é ter medo de 'perder' alguém, e eu não me refiro, a perder, como se alguém fosse morrer, crendeuspadre.
Eu tava bem, legal, boa, de bem com a vida, livre, vivendo como uma louca que passa por uma tranformação, da betty a feia pra garota descolada e os gatinhos (ou não) deram o ar da graça finalmente.
Mas eu nunca fui dessas, ou pelo menos ainda não sou, de não me apegar, de DESENCANAR fácil. Acontece, que eu sei as consequencias desses casos corriqueiros da minha vida, sei como eu vou ficar, mas mesmo assim, eu vo lá e me jogoo gata.
Pois é, um dia que eu tiver com mais tempo, mais saco, mais tudo, eu conto esse romance de filme ou novela mexicana (como preferir) aqui.
Voltando ao assunto do medo, to muito bad com essas coisas. Não bad de ficar pra baixo, entrar em depressão, credo, longe de mim. Mas com o coração na mão, da pra entender? Parece que tem alguém, que já tem a faca pra me machucar, eu tenho a oportunidade de correr mas mesmo assim eu ainda insisto em querer ser machucada, dá pra enteder?Esse medo que leva a insegurança e a saudade, dá pra entender?
Bom, eu não entendo, não hoje. E nem quero.
To mais pra dizer, que ter esse medo, de ser machucada, largada, jogada as traças, e essas coisas, é foda.
Eu não sei se ele mente com as palavras e sabe mentir com os olhos também, mas se ele o faz, devo confessar, que tá fazendo isso MUITO bem. Eu quero acreditar que é verdade, eu quero parar de ser assim. dá pra entender?
Hoje eu sei de uma coisa, ou talvez seja um 'pressentimento' se é que isso existe, mas que os dias estão em contagem regressiva,pra eu vir chorar as minhas pitangas de menina babaca aqui.
Mas fazer o que, dá pra entender?


(E foi incrivel que a gente nem combinou, mas atualizamos aqui praticamente no mesmo dia.E já que citei saudade nisso tudo, eu faço uma declaração nessa sexta que tá um frio de lascar :charlie, eu to com saudade de você, bgs.)